40 anos da revolução 25 de abril de 1974 e os 100 anos sobre o início da I Guerra Mundial

Duas datas marcam o ano de 2014: os 40 anos da revolução 25 de abril de 1974 e os 100 anos sobre o início da I Guerra Mundial.Estas duas datas merecem todo o destaque.


Iniciamos as comemorações do 25 de abril de 1974 com a publicação da revista AmPhora cujo primeiro número é inteiramente dedicado a esta mesma revolução.
Contamos, para o efeito, com entrevistas a dois intervenientes diretos – o comandante Pedro Lauret e o coronel Vasco Gonçalves. Contamos, ainda, com a colaboração de Constantino Piçarra, Miguel Pérez e Raquel Varela, o primeiro discorrendo sobre a revolução nos campos do sul, o segundo sobre as formas que assumiu o poder popular, e a última sobre as nacionalizações aquando da radicalização, à esquerda, do processo revolucionário.

No que respeita ao ensino da História, apresentamos uma reflexão de Cândida Proença sobre as mudanças ocorridas no ensino da nossa disciplina após a revolução e, finalmente, com um trabalho da autoria de alunas do ensino secundário da Escola EB 2,3/Secundária Dr. Azevedo Neves, que constitui um exemplo prático do ensinoaprendizagem do período histórico que é tema da nossa/vossa revista.

No passado dia 27 de abril teve lugar mais uma conversa à margem, com uma intervenção do Comandante Pedro Lauret a propósito da sua experiência no processo revolucionário. No dia 25 de novembro vai realizar-se uma Conferência “A Revolução dos Cravos. Teoria, Historiografia e Ensino-Aprendizagem” na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, promovido pela APH e pelo Instituto de História Contemporânea que pretende refletir o modo como a Revolução dos Cravos é pensada, narrada e ensinada.


Comemoramos o início da I Guerra Mundial com a realização do Congresso Anual da APH, no Porto, no Auditório da Fundação António de Almeida e que se intitulará: A I Guerra Mundial: Outras vozes, outros olhares, nos dias 24, 25 e 26 de outubro de 2014.

Pretendemos, com este Congresso, fazer falar aqueles que participaram de alguma forma nesse conflito, assim como fornecer perspetivas variadas sobre o mesmo.

Pretendemos que essas perspetivas não se reportem, exclusivamente, ao âmbito português, para que haja confronto de ideias e um debate enriquecedor.

Contamos convosco

A Direcção da APH


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